Hipertensão arterial
Os homens com obesidade grau III têm uma probabilidade 1,7 a 4,6 vezes maior de terem hipertensão arterial do que conrrolos da mesma idade. Nas mulheres com obesidade mórbida, o risco aumenta em 1,4 a 5,5.
Como acontece com a diabetes mellitus, a redução do peso melhora a hipertensão arterial.
Nos doentes com obesidade, por cada quilograma a menos de peso, há uma redução média de 0,6 mm Hg na pressão arterial sistólica e de 0,34 mm Hg na pressão arterial diastólica.
O efeito benéfico da perda de peso na pressão arterial observa-se de forma consistente quando a redução do peso é conseguida por modificações do estilo de vida; contudo, pode ou não ser conseguido quando a perda de peso é obtida à custa de fármacos supressores do apetite.
A cirurgia bariátrica associa-se com desaparecimento completo da hipertensão arrerial em 60% a 70% dos casos de doentes com obesidade mórbida.